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Milho fecha a 2ªfeira em queda influenciada por clima bom no Brasil e incertezas comerciais
Campinas, SP, 19 de Novembro de 2019 - Ontem, segunda-feira (18), chegou ao final com os preços internacionais do milho futuro desvalorizados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram quedas entre 3,50 e 3,75 pontos.

O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,67 com perda de 3,50 pontos, o março/20 valeu US$ 3,77 com queda de 3,50 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 3,83 com baixa de 3,50 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 3,88 com desvalorização de 3,75 pontos.

Esses índices representaram quedas, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 1,08% para o dezembro/19, 0,79% para o março/20, de 0,78% para o maio/20 e de 1,02% para o julho/20.

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho nos Estados Unidos atingiram o menor nível em dois meses nesta segunda-feira devido às previsões para melhorar o clima das lavouras na América do Sul e à incerteza sobre as perspectivas de um acordo comercial EUA-China.

“Espera-se uma chuva generalizada no Brasil durante o período de seis a 10 dias, o que aumentará ainda mais a umidade do solo nas áreas do norte e também levará a melhorias nas áreas centrais, favorecendo o crescimento de milho”, disse a empresa de tecnologia espacial Maxar em uma nota meteorológica diária.

“A atenção do comércio está voltada para as perspectivas de safra na América do Sul, à medida que a colheita nos EUA diminui. Antes do relatório semanal de progresso da safra do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os analistas consultados pela Reuters esperavam, em média, que o governo informasse que os agricultores americanos colheram 77% da safra de milho”, apontou Julie Ingwersen da Reuters Chicago.

A publicação ainda destaca que os futuros de milho também foram pressionados depois que a CNBC informou que o clima em Pequim sobre um acordo comercial era pessimista devido à relutância do presidente Donald Trump em reverter as tarifas.

“Antes, a mídia estatal chinesa havia dito que Washington e Pequim mantinham "negociações construtivas" sobre comércio em um telefonema de alto nível no sábado que incluía o vice-primeiro-ministro Liu He, o representante comercial dos EUA Robert Lighthizer e o secretário do Tesouro Steven Mnuchin”, diz Ingwersen.

“A incerteza está levando à liquidação”, comentou Don Roose, presidente da U.S. Commodities.

Mercado interno

No mercado físico brasileiro, a segunda-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram registradas desvalorizações durante o dia.

Já as valorizações foram percebidas no Oeste da Bahia (1,43% e preço de R$ 35,50), Cascavel/PR (1,49% e preço de R$ 34,00) e Brasília/DF (2,86% e preço de R$ 36,00).

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, o mercado físico segue com ofertas restritas em boa parte das regiões produtoras. “O comprador precisa equalizar a situação cadenciando as compras, mas pagando preços maiores. Já os vendedores estão retraídos”, dizem os analistas.
(Notícias Agrícolas) (Guilherme Dorigatti)
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