Sábado, 11 de Julho de 2020
Empresas

Cargill nomeia Paulo Sousa para presidência da empresa no Brasil
Chicago, EUA, 16 de Outubro de 2019 - A operadora de commodities norte-americana Cargill anunciou nesta quarta-feira que Paulo Sousa vai comandar as operações da empresa no Brasil, assumindo como presidente em 16 de dezembro, com saída de Luiz Pretti.

Sousa também manterá sua posição como chefe da divisão sul-americana de commodities agrícolas da Cargill, cargo que ocupa desde 2016, disse a empresa.

Pretti atuou como presidente da Cargill no Brasil pelos últimos oito anos, de acordo com um comunicado divulgado pela companhia, tendo trabalhado na empresa por um total de 15 anos.

A Reuters noticiou em maio que Pretti preparava sua saída, mas nem Cargill nem o executivo confirmaram a decisão publicamente.

Maior empresa de capital fechado dos Estados Unidos, a Cargill reportou em julho uma queda de 41% em seus lucros trimestrais, justificada por problemas causados pela guerra comercial entre EUA e China e inundações no Meio-Oeste norte-americano, fatores que atingiram seus negócios em grãos e carnes.

No segmento de originação e processamento, as operações da Cargill na América do Sul registraram alta nos lucros ante o ano passado, com um avanço na originação de soja e milho no Brasil, disse em seu balanço a empresa sediada em Minneapolis.

Sousa chegou à Cargill em 1990 e trabalhou em várias áreas na empresa. Ele estabeleceu o grupo de operações logísticas da Cargill no Brasil e liderou as áreas de originação de grãos e controle de riscos, disse o comunicado da empresa.

De acordo com a agência marítima Cargonave, no ano passado a Cargill embarcou 10,9 milhões de toneladas de soja do Brasil, o que fez dela a segunda principal exportadora da oleaginosa no país, atrás da rival Bunge e à frente da Archer Daniels Midland.

A Cargill afirmou que Pretti vai continuar atuando em papéis fora da empresa no país. Ele é presidente do conselho da Amcham Brasil e ocupa uma cadeira no conselho da Alvean Sugar, joint-venture de Cargill e Copersucar para comércio de açúcar.
(Reuters) (Ana Mano e P.J. Huffstutter )
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