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Soja: mercado inicia semana com estabilidade em Chicago
Campinas, SP, 14 de Outubro de 2019 - Embora as últimas notícias tenham sido bastante favoráveis aos preços da soja na Bolsa de Chicago, os futuros da oleaginosa trabalham com estabilidade na manhã desta segunda-feira (14). Mais cedo, o mercado até chegou a marcar algumas altas, porém, perto de 7h20 (horário de Brasília), as cotações trabalhavam com variação de 0,25 a 0,50, testando os dois lados da tabela.

Com isso, o contrato novembro/19 tinha US$ 9,37 por bushel, caindo 0,25 ponto, enquanto o maio/20, referência para a safra do Brasil, era cotado a US$ 9,68, subindo 0,25 ponto.

A cautela permanece entre os traders, que ainda dividem suas atenções, principalmente, entre as condições muito adversas de clima no Corn Belt e as últimas notícias sobre as relações entre China e Estados Unidos. Na última sexta (11), a notícia do começo de um 'acordo parcial' foi bastante positiva para os preços na CBOT.

"Podemos notar também que o mercado está contendo a euforia esperada. Isto porque este acordo está parecendo mais como uma trégua do que uma primeira etapa para um acordo definitivo. Pelo menos, para o mercado de soja, o timing é propício e parece uma solução de curto prazo para ambas as partes", explica Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da AgroCulte.

No cenário climático para o Corn Belt, as preocupações se dão com o frio intenso, geadas e nevascas que castigam regiões produtoras norte-americanas, prejudicando ainda mais a nova safra de grãos dos EUA.

E as previsões mostram a continuidade destas condições climáticas para os próximos dias no Meio-Oeste americano, o que mantém, portanto, o mercado em alerta na Bolsa de Chicago. Entretanto, ainda como explica Cachia, todo este viés de alta para os futuros da soja pode também criar um espaço para uma correção das cotações.

"A recente tendência altista deixa o mercado vulnerável a uma correção técnica nestas próximas 2 semanas, com fundos e especuladores podendo optar por liquidar posições como foram de garantir parte dos lucros", explica o executivo.
(Notícias Agrícolas) (Carla Mendes)
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