Terça-feira, 07 de Julho de 2020
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Milho se desvaloriza em Chicago
Campinas, SP, 24 de Maio de 2019 - Após fechar os últimos oito dias registrando altas e operar a maior parte desta quinta-feira (23) no campo positivo da tabela, os preços internacionais encerraram o dia de ontem desvalorizados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações apresentaram quedas entre 3,50 e 5,25 pontos.

O vencimento julho/19 foi cotado à US$ 3,89, o setembro/19 valeu US$ 3,98 e o setembro/19 foi negociado por US$ 4,08.

Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho caíram mais de 1% hoje após o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) fornecer uma nova rodada de ajuda aos agricultores, o que poderia influenciar a área plantada.

Nesta quinta-feira, o Secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, anunciou um pacote de ajuda de US$ 16 bilhões para os produtores norte-americano. Os pagamentos aos agricultores serão uma taxa única por município e não por mercadoria e baseados nos danos comerciais de cada condado.

Ainda durante esta quinta, o USDA trouxe seus novos números das vendas semanais para exportação com dados de soja, milho e trigo dentro das expectativas do mercado.

As vendas semanais de milho recuaram 20% na semana e somaram 442,1 mil toneladas. Ainda assim, o total ficou dentro das expectativas do mercado, que variavam de 250 mil a 1,050 milhão de toneladas.

Mercado interno

Já no mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as únicas praças que apresentaram desvalorização foram Brasília/DF e Dourados/MS (3,45% e preço de R$ 28,00).

As valorizações apareceram em Campinas/SP (1,33% e preço de R$ 37,43), Castro/PR (1,54% e preço de R$ 33,00), Palma Sola/SC (1,69% e preço de R$ 30,00), Cascavel/PR (1,92% e preço de R$ 26,50), São Gabriel do Oeste/MS (2,04% e preço de R$ 25,00) e Porto Paranaguá/PR (2,86% e preço de R$ 36,00).

Para a Radar Investimentos, o ritmo dos negócios segue travado nas praças. Houve pouca mudança dos fundamentos com uma oferta relativamente confortável no mercado interno, mas uma cautela crescente com a situação dos Estados Unidos.
(Notícias Agrícolas) (Guilherme Dorigatti)
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