Quinta-feira, 21 de Novembro de 2019
Matérias-Primas

América do Sul supera Estados Unidos na exportação de milho

Brasil, Argentina e Paraguai deverão exportar 68 milhões nesta safra, acima dos 56 milhões dos EUA.
São Paulo, SP, 26 de Junho de 2019 - Os três principais produtores de milho da América do Sul —
Brasil, Argentina e Paraguai — deverão atingir produção de 155 milhões de toneladas de milho neste ano.

Esse volume tão grande dá aos países da região potencial para superar as exportações dos Estados Unidos. O próprio Usda (Departamento de Agricultura dos EUA) prevê esse cenário.

Nos números do órgão americano, as vendas externas do Brasil e de seus vizinhos deverão somar 68 milhões de toneladas, acima
dos 56 milhões dos EUA.

É muito cedo para estimativas referentes à safra 2019/20, mas a América do Sul também poderá superar os Estados Unidos, tradicional líder mundial nas exportações desse cereal.

Mais uma vez tomando como base os números do governo americano, os
três países sul-americanos deverão colocar 70 milhões de toneladas para fora de suas fronteiras em 2019/20.
Nesse mesmo período, os Estados Unidos, que têm sérios problemas na safra deste ano, exportarão apenas 55 milhões de toneladas.

Esse número poderá ainda ser revisto para baixo. O início da safra americana foi tão complicado que, pela primeira vez na história, o Usda reviu estimativas de área e de produção no início deste mês. Tradicionalmente essa revisão é feita apenas no final de junho.
Por ora, as estimativas de produção em 2019/20 recuam para 348 milhões de toneladas nos EUA. As previsões iniciais eram de 382 milhões.

O cenário ruim para as lavouras deste ano, que já apontam perda de
produtividade, faz com que muitos produtores americanos segurem o
produto da safra passada, reduzindo ainda mais o potencial das vendas externas de 56 milhões. Inicialmente, o Usda contava com comercialização de 63 milhões para este ano.

Os Estados Unidos já vinham perdendo participação no mercado externo para a Ucrânia, que teve uma grande safra —34 milhões de toneladas.

No segundo semestre, entram com força no mercado internacional
Brasil e Argentina, ambos com colheitas recordes neste ano: 101
milhões e 50 milhões de toneladas, respectivamente.

A demanda externa é grande e os dois países da América do Sul vão disputar mês a mês o segundo posto de maior exportador mundial. Mesmo com a queda nas vendas externas, os Estados Unidos se manterão na liderança mundial.

Essa disputa pelo mercado externo deve aquecer os preços do cereal e incentivar o plantio na próxima safra nos principias países produtores.
(Folha de São Paulo) (Mauro Zafalon)
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