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Milho: perdas do trigo pesam e mercado recua mais de 1% nesta 3ª feira na Bolsa de Chicago
Campinas, SP, 14 de Novembro de 2018 - Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços futuros do milho encerraram o pregão desta terça-feira (13) em campo negativo. Os principais vencimentos do cereal recuaram mais de 5 pontos, uma desvalorização de mais de 1%, com a posição dezembro/18 cotada a US$ 3,66 por bushel e o março/19 a US$ 3,77 por bushel.

"Os preços do milho foram mais baixos nesta terça-feira com a influência das perdas no trigo e meio à falta de novas notícias de suporte, com os agricultores encerrando a colheita nos Estados Unidos", destacou a agência Reuters internacional.

Por sua vez, os futuros do trigo acumularam perdas de mais de 2% nesta terça-feira. O mercado caiu após subir mais de 3% no dia anterior com otimismo das exportações americanas e na cobertura de posições vendidas, por parte dos fundos de investimentos.

Ainda hoje, o Iraque, grande comprador de grãos do Oriente Médio e que, tradicionalmente, se abastece com importações norte-americanas, reportou que pretende permitir o trigo de origem russa.

"O ministério vai enviar uma delegação à Rússia para estudar os mecanismos de produção de trigo...para ter um quadro sobre sua qualidade e tipos e sobre quão adequado ele é para uso em nosso sistema de cartões de subsídio", disse o ministro do Comércio, Mohammed Hashim al-Aani, conforme destacado pela Reuters.

Por outro lado, os embarques semanais de milho somaram 1.136,708 milhão de toneladas na semana encerrada no dia 8 de novembro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

O volume indicado ficou dentro das apostas dos investidores, entre 790 mil a 1,19 milhão de toneladas. No acumulado da temporada, a quantidade embarcada totaliza 11.106,645 milhões de toneladas, frente as 5,9 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ano passado.

Os participantes do mercado ainda aguardam os números atualizados sobre a safra norte-americana. Até a semana anterior, cerca de 76% da área semeada nesta temporada já havia sido colhida.

Mercado brasileiro

A terça-feira foi de estabilidade aos preços do milho no mercado doméstico. Segundo levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, em Brasília, a saca subiu 6,90% e encerrou o dia a R$ 31,00. Em São Gabriel do Oeste (MS), a alta ficou em 4,17%, com a saca do cereal a R$ 25,00.

Na localidade de Assis (SP), a valorização ficou em 1,79%, com a saca a R$ 28,50. Já no Oeste da Bahia, a perda ficou em 0,77%, com a saca de milho a R$ 32,25.

As movimentações são distintas no país, de acordo com último boletim do Cepea. Nas regiões consumidoras, a retração vendedora fez com que os preços voltassem a apresentar sustentação. Já nas praças ofertantes, a perspectiva de uma boa safra de verão ainda mantém os preços pressionados.

Dólar

A moeda norte-americana encerrou a terça-feira a R$ 3,8313 na venda, com alta de 1,99%. O patamar é o maior desde 5 de outubro, quando o câmbio fechou a R$ 3,8570.

"O dólar subiu sob influência da piora externa com o tombo dos preços do petróleo e ainda com os investidores atentos ao noticiário doméstico, após indicações do presidente eleito Jair Bolsonaro sobre inviabilidade de votação da reforma da Previdência neste ano", informou a Reuters.
(Notícias Agrícolas) (Fernanda Custódio)
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