Terça-feira, 22 de Janeiro de 2019
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Milho: após números do USDA, mercado encerra pregão desta 5ª feira próximo da estabilidade na Bolsa de Chicago
Campinas, SP, 11 de Maio de 2018 - A sessão desta quinta-feira (10) foi de estabilidade aos preços do milho praticados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity reduziram as quedas e encerraram o dia com perdas de 0,75 pontos. O maio/18 terminou o pregão a US$ 3,94 por bushel, enquanto o julho/18 era cotado a US$ 4,02 por bushel. O setembro/18 era negociado a US$ 4,10 por bushel.

De acordo com informações da agência Reuters internacional, as cotações do cereal recuaram em "solidariedade ao trigo". Por sua vez, as cotações do trigo fecharam o dia com quedas entre 4,00 e 6,75 pontos no pregão desta quinta-feira.

Porém, as cotações do milho ainda encontraram sustentação nas novas projeções de oferta e demanda reportadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Nesse boletim, o órgão já trouxe as primeiras estimativas para a safra 2018/19.

O USDA estimou os estoques finais globais da temporada 2018/19 em 159,15 milhões de toneladas. Do ciclo passado, da safra 2017/18, os estoques finais ficaram 194,85 milhões de toneladas do cereal.

"Isso é uma redução de 35 milhões de toneladas de safra antiga para nova safra. Para mim, esse é o número que realmente deve ser focado em. Isso é uma redução enorme ", disse Karl Setzer, analista da Cooperativa MaxYield, baseada em Iowa, em entrevista à Reuters.

No caso da safra americana, o departamento estimou a produção de milho em 356,64 milhões de toneladas na safra 2018/19. No ciclo passado, os agricultores colheram 370,96 milhões de toneladas do cereal.

Ainda hoje, o departamento também trouxe o relatório semanal de vendas para exportação. Na semana encerrada no dia 3 de maio, as vendas de milho da safra velha ficaram em 695,6 mil toneladas, contra as expectativas do mercado entre 700 mil toneladas a 1 milhão de toneladas.

No caso da safra nova, o número ficou em 90 mil toneladas. O volume ficou dentro do esperado pelos investidores, entre 50 mil a 300 mil toneladas.

Outra variável que também está no radar dos participantes do mercado é o andamento do plantio da safra nos Estados Unidos. O clima seco no Brasil e os efeitos para safrinha também continua no radar.

Mercado brasileiro

A quinta-feira (10) foi de ligeiras movimentações aos preços praticados no mercado doméstico. Segundo levantamento do economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, em Castro (PR), o preço caiu 7,14% e terminou o dia a R$ 39,00.

Já em Brasília e em Campo Grande (MS), a alta foi de 3,13%, com a saca a R$ 33,00. Ainda em Mato Grosso do Sul, a saca caiu 3,13% e terminou o dia a R$ 31,00 em São Gabriel do Oeste. No Porto de Paranaguá, a saca futura, para entrega em agosto/18, caiu 1,23% e encerrou o dia a R$ 40,00.

Todas as atenções dos participantes do mercado permanecem voltadas à ausência de chuvas registrada nas principais regiões produtoras. Hoje, a Agroconsult cortou a sua projeção para a safrinha de milho, de 63 milhões para 60 milhões de toneladas. "

Se a estiagem permanecer, a safra poderá ser ainda menor", alertou a consultoria, em nota.

Ainda hoje, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estimou a segunda safra de milho em 62,94 milhões de toneladas.

Dólar

Nesta quinta-feira, a moeda norte-americana encerrou o dia a R$ 3,5467 na venda, com queda de 1,35%. No mês, a moeda já acumula alta de 2,62% e, na véspera, encostou no patamar de R$ 3,60, o maior em dois anos, conforme dados da Reuters.

"O câmbio caiu favorecido pelo recuo global da moeda norte-americana após dados mais fracos de inflação aliviarem a pressão sobre alta de juros adicionais nos Estados Unidos neste ano", destacou a Reuters.
(Notícias Agrícolas) (Fernanda Custódio)
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