Quinta-feira, 21 de Junho de 2018
Mercado

Boas práticas de manejo na produção de frango de corte

Investimentos em planejamento, biossegurança, e bem-estar animal são indispensáveis para o sucesso do negócio
Campinas, 24 de Janeiro de 2018 - O mercado avícola está em franca expansão e as perspectivas para 2018 não poderiam ser mais otimistas. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a produção de frango deverá crescer cerca de 3% neste ano. As estimativas levam em conta o aumento da demanda mundial por produtos brasileiros e o crescimento do mercado interno.

Para atender a demanda desse setor, cada vez mais, as boas práticas de manejo devem ser utilizadas para maximização dos resultados produtivos. Na criação de frango de corte, o planejamento e a instalação adequada dos equipamentos aviários são quesitos primordiais para o sucesso do negócio.

“Em 45 dias um pinto se transformará em uma ave adulta com até 60 vezes o seu peso inicial, mas para que isso seja possível o produtor precisa estar atento ao ambiente, a eficácia dos equipamentos de aquecimento, renovação do ar, a qualidade do alimento fornecido aos animais, entre outros fatores que são determinantes para o sucesso da produção”, explica o Gerente de Marketing da Unidade de Aves da Ceva Saúde Animal, Tharley Carvalho.

O ambiente de criação e os animais devem ser monitorados diariamente. Os produtores precisam observar o aumento de peso corporal, o consumo médio de ração e a temperatura das instalações com constantemente. Além disso, os animais devem ficar distribuídos nos aviários de forma homogênea para que todos tenham fácil acesso à alimentação e ao calor.

“O consumo de ração deve ser livre. É indicado que os comedouros sejam abastecidos várias vezes ao longo do dia. A ventilação do aviário deve ser utilizada para manter a temperatura do ambiente entre 26º e a nebulização precisa auxiliar na manutenção da umidade relativa do ar”, conta Carvalho.

Além disso, é necessário investir em um programa de biossegurança eficaz que evite a entrada de agentes infecciosos nas áreas de produção e diminuía a disseminação de doenças. Por isso, a vacinação das aves, a higienização correta das instalações e equipamentos somados ao vazio sanitário são estratégias indispensáveis para cadeia produtiva.

“Um plantel higienizado corretamente garante a biosseguridade do ambiente minimizando a atividade dos agentes patogênicos e diminuindo os risos de infecção. É indicado que o procedimento seja feito em duas etapas com limpeza seca e úmida, seguidas pelo vazio sanitário que deve durar de 7 a 10 dias”, explica Carvalho.

O vazio sanitário antes do alojamento de novas aves permite a eliminação de organismos infecciosos e diminui a chances de infecção por doenças patogênicas no próximo lote, sendo assim uma estratégia indispensável para manutenção da biossegurança na produção.
(Ceva Saúde Animal) (Assessoria de Imprensa)
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