Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
Fiscalização

Em protesto, fiscais agropecuários distribuem alimentos na Esplanada dos Ministérios

Auditores entregaram cerca de 2 mil sacos de arroz e 2,5 mil unidades de frango. Categoria protesta contra medidas adotadas pelo Ministério da Agricultura.
Brasília , 06 de Outubro de 2017 - Auditores fiscais federais agropecuários distribuíram alimentos em frente ao prédio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, na tarde desta quinta-feira (5), em protesto contra uma série de medidas adotadas pelo chefe da pasta, Blairo Maggi. Os organizadores do ato estimam que 300 pessoas participaram da mobilização.

Os auditores entregaram cerca de 2 mil sacos de arroz e 2,5 mil unidades de frango. Por causa do ato, uma grande fila se formou no gramado da Esplanada dos Ministérios.

Entre as iniciativas criticadas pelos servidores, está a contratação temporária de veterinários para atuar na inspeção agropecuária em caráter emergencial.

Outra medida é a redução das escalas nos postos de vigilância agropecuária nos portos, aeroportos e postos localizados nas fronteiras que precisam funcionar ininterruptamente. A categoria também reivindica a realização de concurso público para o preenchimento de 1.6 mil vagas.

Em nota, o Ministério da Agricultura explicou que "o objetivo de estudo em andamento é modernizar e aperfeiçoar o sistema de Defesa Agropecuária com vistas a maior segurança alimentar de consumidores do país e do mercado internacional" (veja abaixo).
Categoria envolvida em escândalos.

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) se posicionou recentemente sobre a suspensão das importações de carne bovina in natura pelos Estados Unidos. A categoria informou que a ação ocorreu devido à falta de medidas do Ministério da Agricultura para garantir "a correta fiscalização".
Além disso, os servidores foram envolvidos em escândalos do setor.

Em delação feita ao Ministério Público Federal, o presidente da JBS, Wesley Batista, afirmou que a empresa teria pago um "mensalinho" que chegava a R$ 20 mil, a 200 fiscais, na esperança de reduzir os entraves no exame de sua produção.

O que diz o Ministério
Segundo o Ministério da Agricultura, não há terceirização de serviços. "Essa é uma interpretação que distorce o trabalho de consultoria sobre o tema realizado pelo IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura), que está ainda em discussão", afirma a pasta.

O ministério disse ainda que está realizando reuniões com representantes dos servidores e entidades de classe.
(G1) (Assessoria de comunicação)
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