Segunda-feira, 29 de Maio de 2017
Saúde Animal

Naturovos engajada nas ações de prevenção da Influenza Aviária
São Paulo, SP, 03 de Fevereiro de 2017 - Diante do estado de atenção em que se encontra o Brasil pelos recentes casos de influenza aviária constatados em outros países, o Instituto Ovos Brasil ouviu Gustavo Perdoncini, membro da área técnica da Naturovos.

A empresa, reconhecida por seus excelentes programas de qualidade, é uma ótima fonte para informar sobre as melhores medidas a serem tomadas para manter o país livre da doença.

Instituto Ovos Brasil: Quais medidas a Naturovos está tomando para lidar com essa crise de influenza aviária?
Gustavo Perdoncini: Desde os últimos casos de influenza aviária em 2016, a Naturovos iniciou trabalhos de conscientização sobre a importância da enfermidade e seu potencial impacto na avicultura. No mês de setembro foi realizada uma palestra técnica abordando o que é a influenza aviária, os principais sinais clínicos da doença, e medidas gerais de biosseguridade.
Neste momento foi distribuído um material educativo para os integrados, que foi disponibilizado pela ASGAV. No início do ano o tema foi explanado para os motoristas que possuem contato com aves e ovos, e medidas de educação sobre o tema, além de encontros que estão planejados para o mês de fevereiro.
Atendendo a medidas de biosseguridade, a Naturovos também está incentivando financeiramente o telamento dos galpões pelos integrados. Esta é uma medida que colaborará com ações de prevenção de influenza aviária.

IOB: Quais foram as mudanças nos protocolos de segurança tomadas pela Naturovos nas quanto à produção nos últimos dias?
GP: O protocolo de biosseguridade continua o mesmo desde sua implantação, com adição da proibição de visita nas unidades da empresa. Visitas, estritamente quando necessárias, são realizadas somente após autorização da área técnica. Hoje o trabalho de biosseguridade das granjas consiste em:
- Controle de fluxo.
- Desinfecção de veículos através de arco de desinfecção.
- Controle integrado de pragas.
- Granjas cercadas e troca de calçados ao ingressar nas granjas.
- Proibição de criação de outras aves pelos integrados.
- Não ter contato com aves domésticas ou silvestres.
- Lavagem e desinfecção de materiais de coleta de ovos.
- Uso de composteira para destino das aves.
- Lavagem e desinfecção dos equipamentos/aviários entre lotes.

IOB: O fato de nunca termos registrado focos de influenza aviária dá maior credibilidade à nossa produção em momentos de uma crise mundial no setor?
GP: Sim, o fato da influenza aviária ser considerada uma doença exótica no Brasil, nunca detectada, dá credibilidade ao produto avícola produzido pelas empresas do segmento, além de mostrar o bom funcionamento do sistema de biosseguridade. Ao mesmo tempo, a ausência desta doença não nos permite estagnar ações e trabalhos que visem a mitigar ou evitar impactos sanitários.

IOB: Já há um consenso entre os produtores, a respeito das melhores ações a serem tomadas neste momento?
GP: Com certeza os integrados possuem consciência sobre a influenza aviária e outras enfermidades causadoras de potenciais impactos econômicos. Foram repassadas informações desta situação epidemiológica e quais são os impactos esperados. Como uma iniciativa própria, o telamento dos aviários surgiu como uma das opções para evitar o contato com aves silvestres.

IOB: Há possibilidade de liberação de recursos emergenciais para proteger os produtores brasileiros, em especial na região Sul?
GP: No estado do Rio Grande do Sul existe o FUNDESA. O FUNDESA é um fundo criado pelas cadeias de produção e genética da avicultura e outras áreas com finalidade de complementar ações de desenvolvimento e defesa sanitária animal no Estado do Rio Grande do Sul. Neste fundo há recursos para fins sanitários.

Para mais informações entre no site:
http://abpa-br.com.br/influenza-aviaria/











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(Instituto Ovos Brasil ) (Assessoria de Imprensa )
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