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Milho: quinta-feira chega ao fim com preços em alta de até 6 pontos na Bolsa de Chicago

Após apresentar altas durante toda a quinta-feira (17), os preços internacionais do milho encerraram o dia com elevações na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações futuras fecharam com valorizações entre 4,6 e 6 pontos. O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,80 e o maio/19 valia US$ 3,88. Segundo análise de Bem Potter da Farm Futures, os preços do milho subiram tentando manter o rally da última quarta-feira. Os futuros de março testaram a resistência na linha dos limites de setembro e novembro. Uma fábrica de rações sul-coreana comprou 2,6 milhões de bushels hoje após uma onda de negócios na quarta-feira. Mercado Interno Já o mercado interno permaneceu estável na maioria das praças pesquisadas. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, apenas a cidade de Sorriso/MT registrou queda de 7,50% e preço de R$ 18,50. Por outro lado, valorizações foram registradas em Porto Paranaguá/PR, Campinas/SP, Jataí/GO e Rio Verde/GO com altas de 0,56%, 1,25%, 3,70% e 3,70% e preços de R$ 36,20, R$ 40,39, R$ 28,00 e R$ 28,00. De acordo com a XP Investimentos, aos poucos as cargas de milho reaparecem após dias sem negociações. Produtores voltaram a ofertar pequenas cargas para testar os níveis de preço. Industrias e Granjas, todavia se mostram abastecidas e aproveitam para pressionar as referências. Quando existe alguma necessidade de compra, preferência é pelos lotes tributados (originários de MG e MS), de modo que o diferido fique de lado. Intermediários e Silos, que tentavam inflacionar o mercado em cima da baixa liquidez, saíram do mercado. De maneira geral, o avanço da colheita de verão ainda muda as atenções do milho para a soja e deixa uma lacuna no mercado. Dólar A moeda americana chegou ao final da quinta-feira em alta ante ao real. O dólar avançou 0,36%, a 3,7475 reais na venda. O dólar futuro operava em alta de 0,2 por cento. Conforme informação da Agência Reuters, o movimento aconteceu em meio a uma cautela renovada com a disputa comercial entre Estados Unidos e China e expectativas de desaceleração do crescimento chinês.

(Notícias Agrícolas) (Guilherme Dorigatti)



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